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O enxaguante bucal contribui para a higiene oral, reduzindo as bactérias, refrescando o hálito e protegendo…
A erosão dentária é a perda gradual do esmalte dos dentes causada pela exposição repetida a ácidos provenientes de alimentos, bebidas, refluxo gástrico ou outras fontes. À medida que o esmalte se torna mais fino, os dentes podem ficar sensíveis, parecer mais amarelados e se lascar com mais facilidade. A erosão não pode ser revertida, mas é possível desacelerá-la com hábitos mais saudáveis, uso de flúor e cuidados odontológicos oportunos.
A erosão dentária ocorre quando os ácidos dissolvem o esmalte, a camada externa dura que protege os dentes. Ao contrário da cárie, que envolve bactérias, a erosão é um processo químico. Uma vez perdido, o esmalte não se regenera, por isso a detecção precoce e a prevenção são importantes.
A maioria dos casos ocorre devido ao contato frequente dos dentes com ácidos. Em muitas pessoas, mais de um fator está envolvido.
Itens ácidos amolecem o esmalte ao contato. Quando a exposição é frequente ou prolongada, o desgaste do esmalte se acelera.
Com o refluxo, o ácido do estômago pode atingir a boca e banhar os dentes. Padrões de erosão causados por refluxo geralmente afetam as superfícies internas (voltadas para a língua) dos dentes superiores. Se você suspeita de refluxo, controlá-lo pode proteger seus dentes e sua saúde geral.
Vômitos repetidos expõem os dentes ao ácido gástrico forte. Isso pode ocorrer em certas condições médicas, náuseas durante a gravidez ou transtornos alimentares. Se esse for o seu caso, procurar apoio médico é importante, e um dentista pode ajudar a evitar maior perda de esmalte.
A saliva ajuda a neutralizar ácidos e apoia a remineralização natural. Quando há menos saliva, os ácidos permanecem mais tempo nos dentes, tornando o esmalte mais propenso a amolecer e se desgastar.
Nadar com frequência em piscinas mal equilibradas com cloro pode contribuir para a erosão se a água for muito ácida. Alguns trabalhos expostos a ácidos no ar também podem aumentar o risco.
Alguns medicamentos podem reduzir o fluxo salivar ou aumentar a acidez bucal. Se você perceber boca seca ou nova sensibilidade após iniciar um medicamento, informe seu dentista e o profissional que o prescreveu.

A erosão muitas vezes começa de forma silenciosa. Detectá-la precocemente pode evitar danos mais extensos.
Dentistas podem descrever a erosão em estágios, com base na quantidade de esmalte perdido.
Estágio inicial: amolecimento e afinamento leves do esmalte. Pode surgir sensibilidade, mas as mudanças são sutis.
Estágio moderado: sensibilidade mais perceptível e alterações de cor. As bordas podem parecer arredondadas ou gastas.
Estágio grave: perda significativa de esmalte com exposição da dentina. Os dentes têm maior chance de lascar, rachar ou necessitar de restaurações.
O objetivo é reduzir o contato com ácidos, ajudar o esmalte a se reforçar e fortalecer os dentes com flúor e bons hábitos.
Após consumir alimentos ou bebidas ácidas, o esmalte fica temporariamente amolecido. Enxágue com água e espere cerca de 30 minutos antes de escovar, permitindo que a saliva ajude a reendurecer a superfície.
O tratamento depende da gravidade e da causa. Seu dentista pode recomendar uma ou mais das seguintes opções:

Agende uma consulta se notar nova sensibilidade, amarelamento visível, lascas ou mudanças na forma dos dentes. Se tiver refluxo, azia frequente ou episódios de vômito regulares, informe seu dentista — tratar a causa pode evitar danos contínuos.
Trate com flúor, placa noturna, mudanças alimentares, resina ou coroas, e controle refluxo/bruxismo.
Vai de US$0 a US$5.000+ por dente, conforme gravidade e restauração.
Principais causas: erosão ácida, bruxismo, escovação agressiva, bebidas ácidas ou refluxo.
Sintomas incluem sensibilidade, dentes achatados, lascas, transparência, dentes mais curtos e dor mandibular.